quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Veja as dicas para evitar problemas pulmonares por causa das cinzas de vulcão chileno

A intensidade de cinzas do vulcão chileno em Santa Catarina não representa um problema grave para a saúde, porém as pessoas mais vulneráveis a crises pulmonares precisam tomar alguns cuidados. Na terça-feira, a Secretaria de Saúde do RS emitiu um alerta para a população tomar precauções. Na manhã desta quarta-feira, representantes da Secretaria de Saúde de Santa Catarina ainda não haviam se manifestado sobre o assunto, segundo a assessoria de imprensa da secretaria. Pneumopatas, cardiopatas, crianças e idosos devem redobrar os cuidados, destaca o órgão gaúcho. Os efeitos na saúde da população devido à exposição às cinzas provavelmente serão passageiros. 

Veja abaixo uma lista de recomendações:

— Mantenha-se hidratado: tome pelo menos 2 litros de água por dia; 
— Evite esforços físico desnecessários (principalmente os grupos mais vulneráveis à poluição atmosférica); 
— Pneumopatas e cardiopatas devem redobrar a atenção no uso de seus medicamentos de costume e seguir as recomendações médicas para que os sintomas não aumentem e a doença não se agrave; 
— Portadores de asma, rinite, bronquite e enfisema devem seguir o uso de medicamentos rotineiros de controle das enfermidades para que os sintomas não aumentem; 
— Pessoas que usam lentes de contato devem ficar atentas com maior ressecamento dos olhos.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a3531694.xml

Cinzas do vulcão chileno afetam visibilidade em Santa Catarina

Depois de passar pela região central e pelo litoral da Argentina e do Uruguai, as cinzas do vulcão chileno Puyehue atingiram o Rio Grande do Sul e, desde  ontem (18), afetam a visibilidade em boa parte de Santa Catarina. A informação é do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram).  


Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/19/cinzas-do-vulcao-chileno-afetam-visibilidade-em-santa-catarina.jhtm

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Horário de verão deve provocar redução de 623 megawatts de energia

Começa à zero hora deste domingo, 16 de outubro, a 41ª edição do horário brasileiro de verão. Os relógios dos moradores do Rio Grande do Sul e mais 10 estados devem ser adiantados em uma hora. A medida vigora até o dia 26 de fevereiro de 2012 e deve provocar uma redução de carga de cerca de 4,6% no horário de demanda máxima do sistema no Rio Grande do Sul, e uma queda no consumo total do Estado de aproximadamente 0,5%. A previsão do Operador Nacional do Sistema (ONS) é de que haja uma redução entre 4% e 5% na demanda no horário de pico, num total de cerca de 2 mil MW (megawats). Na região Sul, a estimativa de redução é de 623 MW, energia suficiente para abastecer 75% da Capital.

Nova Zelândia anuncia pior catástrofe ecológica marítima do país

O acidente com um navio encalhado na baía turística da Nova Zelândia, que começou a vazar combustível e a contaminar um verdadeiro tesouro marinho habitado por baleias e golfinhos em Tauranga, na ilha do Norte, é a "pior catástrofe ecológica marítima" da história do país, declarou o ministro neozelandês do Meio Ambiente, Nick Smith. "Os acontecimentos trágicos que estamos assistindo eram inevitáveis depois que o 'Rena' encalhou em um recife", disse o ministro.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Apple tem maior crescimento em ranking de valor de marcas

A Apple foi a empresa que teve o maior crescimento do valor de marca de 2010 a 2011, de acordo com o ranking "Melhores Marcas Globais" deste ano, da consultoria Interbrand, divulgado nesta terça-feira. O salto, de 58%, levou a companhia do 17º lugar obtido em 2010 para a 8ª posição, valendo US$ 33,5 bilhões. As quatro empresas que mais subiram foram Apple, Amazon.com (32% de aumento no valor, em 26º lugar), Google (27%, em 4º) e Samsung (20%, em 17º lugar).  


''O cerrado é o veio natural da expansão sucroenergética no Brasil''. Entrevista especial com João Humberto Camelini

A crescente ocupação do cerrado brasileiro com cultura de cana-de-açúcar destinada à produção de etanol se explica por causa da proximidade do bioma com São Paulo, “de onde partem as ordens para coordenação da produção e de onde vem a tecnologia para montagem e manutenção das novas instalações”, esclarece o geógrafo João Humberto Camelini à IHU On-Line. Além de concentrar os principais grupos produtores de etanol, São Paulo é um “grande mercado consumidor e também nele encontram-se os principais portos, de onde o etanol pode ser direcionado ao mercado externo”.Segundo o pesquisador, no ano passado, 172 usinas estavam instaladas no bioma, “número que vem crescendo continuamente”. Na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail, Camelini enfatiza que grandes empreendimentos geram diversos problemas econômicos, sociais e ambientais como “acidentes, poluição, prejuízos ao solo e à biodiversidade devido às queimadas, contaminação do ar e águas com pesticidas, etc. Isto resulta na sobrecarga de serviços públicos como a saúde, principalmente em pequenos municípios nos quais o aporte populacional sazonal dos cortadores de cana representa um aumento percentual considerável em relação ao número de habitantes. Há uma transferência de responsabilidades, já que diversos problemas resultantes da produção de etanol acabam sendo resolvidos com recursos públicos”.

Para ler a entrevista completa, acesse:

Desmate na Amazônia cresce 15% em um ano

O desmatamento na Amazônia Legal cresceu 15,69% em um ano, de acordo com dados divulgados ontem pelo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). A área devastada entre julho de 2010 e agosto - ano-calendário para essa medição - foi de 2.654 quilômetros quadrados, ante 2.294 quilômetros quadrados, em igual período anterior. O avanço no nível de devastação da mata nativa foi ainda maior nos últimos seis meses do ano-calendário, quando 1.398 km 2 - 48,4% a mais que no período anterior - de floresta foram perdidos. Isso equivale ao tamanho de quatro capitais juntas: Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Vitória. No ano, até agosto, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Tocantins apresentaram avanço na degradação da floresta na comparação com o ano anterior, de acordo com informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Sozinho, o Estado de Mato Grosso devastou, até agosto deste ano, 769 quilômetros, quase a área total desmatada em todos os outros Estados da Amazônia Legal - 813 quilômetros quadrados.