sexta-feira, 11 de março de 2011

Terremoto com intensidade de 8,8 graus na escala Richter devasta o nordeste do Japão


O terremoto de 8,8 pontos na Escala Richter que atingiu o Japão nesta sexta-feira (11 de março), segundo a Agência de Gerenciamento de Desastres e Incêndio, é considerado um dos maiores da história do país. Pelo menos 288 pessoas morreram e 349 se encontram desaparecidas, segundo novo balanço a polícia. Apenas em Sendai, uma das cidades mais afetadas pelo tremor, mais de 200 corpos foram encontrados pela polícia na praia, segundo a agência de notícias local Jiji Press.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/11/apos-maior-terremoto-do-japao-tsunami-devasta-parte-do-nordeste-do-pais-mortos-passam-de-200.jhtm

terça-feira, 8 de março de 2011

China estuda fim à política do filho único

Após 30 anos de vigência, a China estuda o fim da controvertida Política do Filho Único devido a pressões demográficas como o rápido envelhecimento, informou o Comitê de Recursos Populacionais. O tema está na pauta da reunião anual do Congresso Nacional do Povo, atualmente em sessão."Deveríamos encorajar uma criança, permitir duas crianças e proibir três crianças", disse anteontem Ji Baocheng, membro do Congresso e presidente da Universidade Renmin da China. Entre os principais problemas da atual política de controle de natalidade estariam a crescente falta de mão de obra, a desproporção entre homens e mulheres e o envelhecimento populacional.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0803201114.htm

Subway supera McDonald's em lojas

A rede de sanduíches Subway ultrapassa o McDonald's como a maior do mundo em número de lojas, de acordo com o "Wall Street Journal". No final do ano passado, a Subway tinha 33.749 restaurantes, enquanto o McDonald's possuía 32.737. A corrida pelo domínio global é uma disputa importante em uma indústria que é quase saturada nos EUA.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me0803201113.htm

domingo, 6 de março de 2011

Revoltas árabes ecoam 1789, diz historiador

Historiador da Revolução Francesa, Robert Darnton anda emocionado com as imagens e informações que chegam do Oriente Médio. "É o tipo de coisa que faz o seu peito apertar, traz lágrimas aos olhos." O professor de Harvard vê neste 2011 ecos de 1789 e outros períodos revolucionários -na rebelião contra a tirania e na reafirmação do que chama de "possibilismo", espécie de explosão utópica que faz populações acreditarem que são capazes de mudar regimes que antes pareciam inamovíveis. Darnton adverte porém que é cedo para chamar os eventos atuais de revoluções. "Vamos demorar a saber se haverá uma mudança fundamental", diz.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0603201109.htm


sábado, 5 de março de 2011

Entenda os termos: Árabes, Muçulmanos e Islâmicos

Se você está atento às notícias na TV, nos jornais ou na internet, principalmente nos assuntos ligados aos conflitos Árabe-Israelenses ou à Guerra do Iraque, entre muitos outros, com certeza já se deparou com termos como árabe, muçulmano ou islâmico. No entanto, o que esses termos significam? Existem diferenças entre eles? Se sim, quais? É justamente essas questões que vamos tentar resolver aqui. Vamos começar pelo termo islâmico. Esse termo se refere aos seguidores do Islamismo, que é uma religião monoteísta criada no século VII d.c. por Maomé e que hoje conta com seguidores no mundo todo. Portanto, islâmico é todo seguidor da religião Islâmica, assim como os seguidores do Cristianismo são chamados de cristãos e os adeptos do Judaísmo de judeus. Muçulmano é apenas um sinônimo de islâmico, não havendo nenhuma diferença entre os termos. Portanto, se você ouvir alguém dizer que é muçulmano, isso significa que essa pessoa é islâmica, ou seja, seguidora do Islamismo. O termo árabe se refere a uma etnia, ou seja, à etnia árabe, que é caracterizada pela língua árabe. Assim, todos os povos que têm a língua árabe como oficial podem ser chamados de árabes. Como exemplo, podemos citar os iraquianos, os egípcios, os marroquinos, os palestinos, os sauditas, entre muitos outros.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Redes sociais suprem lacunas de interação

Os blogs começaram sua rápida ascensão há cerca de dez anos, quando serviços como Blogger e LiveJournal se tornaram populares.Eles quase não tiveram concorrência até que o Facebook mudou o comportamento das pessoas com o seu eixo multipropósito para postar tudo o que é social.

Leia o texto na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/tc0203201108.htm

Refúgio de autoritarismo, norte da África dobrou gastos militares na última década

O norte do continente africano, hoje palco de uma onda de revoltas populares contra os governantes que há décadas controlam a região, é também detentora de índices de investimentos militares acima da média mundial. Em conjunto, os gastos militares do norte da África dobraram na última década, segundo as estimativas do Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), passando de US$ 5,1 bilhões em 2000 para US$ 10,5 bilhões em 2009. Este salto foi um dos maiores entre as regiões analisadas pelo grupo, comparável apenas com índice observado no Leste da Europa. Na média, os gastos militares aumentaram no mundo em 50% entre 2000 e 2009. Na Tunísia, país que inaugurou a onda de levantes populares na região ao derrubar o presidente Ben Ali, mandatário por 23 anos, o aumento na década foi de cerca de 20%, para atingir US$ 570 milhões em 2009, uma quantia modesta para a região. No Egito, onde o presidente Hosni Mubarak foi obrigado a renunciar após 30 anos de governo, os gastos militares sempre foram pesados. Apoiado por recursos dos Estados Unidos, o governo do Cairo já investia mais de US$ 3,5 bilhões anuais no campo militar no ano 2000, e desde então manteve o ritmo, com pequena alta em 2007.


Leia a reportagem na íntegra, acessando: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/02/refugio-de-autoritarismo-norte-da-africa-dobrou-gastos-militares-na-ultima-decada.jhtm