domingo, 6 de março de 2011

Revoltas árabes ecoam 1789, diz historiador

Historiador da Revolução Francesa, Robert Darnton anda emocionado com as imagens e informações que chegam do Oriente Médio. "É o tipo de coisa que faz o seu peito apertar, traz lágrimas aos olhos." O professor de Harvard vê neste 2011 ecos de 1789 e outros períodos revolucionários -na rebelião contra a tirania e na reafirmação do que chama de "possibilismo", espécie de explosão utópica que faz populações acreditarem que são capazes de mudar regimes que antes pareciam inamovíveis. Darnton adverte porém que é cedo para chamar os eventos atuais de revoluções. "Vamos demorar a saber se haverá uma mudança fundamental", diz.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0603201109.htm


sábado, 5 de março de 2011

Entenda os termos: Árabes, Muçulmanos e Islâmicos

Se você está atento às notícias na TV, nos jornais ou na internet, principalmente nos assuntos ligados aos conflitos Árabe-Israelenses ou à Guerra do Iraque, entre muitos outros, com certeza já se deparou com termos como árabe, muçulmano ou islâmico. No entanto, o que esses termos significam? Existem diferenças entre eles? Se sim, quais? É justamente essas questões que vamos tentar resolver aqui. Vamos começar pelo termo islâmico. Esse termo se refere aos seguidores do Islamismo, que é uma religião monoteísta criada no século VII d.c. por Maomé e que hoje conta com seguidores no mundo todo. Portanto, islâmico é todo seguidor da religião Islâmica, assim como os seguidores do Cristianismo são chamados de cristãos e os adeptos do Judaísmo de judeus. Muçulmano é apenas um sinônimo de islâmico, não havendo nenhuma diferença entre os termos. Portanto, se você ouvir alguém dizer que é muçulmano, isso significa que essa pessoa é islâmica, ou seja, seguidora do Islamismo. O termo árabe se refere a uma etnia, ou seja, à etnia árabe, que é caracterizada pela língua árabe. Assim, todos os povos que têm a língua árabe como oficial podem ser chamados de árabes. Como exemplo, podemos citar os iraquianos, os egípcios, os marroquinos, os palestinos, os sauditas, entre muitos outros.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Redes sociais suprem lacunas de interação

Os blogs começaram sua rápida ascensão há cerca de dez anos, quando serviços como Blogger e LiveJournal se tornaram populares.Eles quase não tiveram concorrência até que o Facebook mudou o comportamento das pessoas com o seu eixo multipropósito para postar tudo o que é social.

Leia o texto na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/tc0203201108.htm

Refúgio de autoritarismo, norte da África dobrou gastos militares na última década

O norte do continente africano, hoje palco de uma onda de revoltas populares contra os governantes que há décadas controlam a região, é também detentora de índices de investimentos militares acima da média mundial. Em conjunto, os gastos militares do norte da África dobraram na última década, segundo as estimativas do Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), passando de US$ 5,1 bilhões em 2000 para US$ 10,5 bilhões em 2009. Este salto foi um dos maiores entre as regiões analisadas pelo grupo, comparável apenas com índice observado no Leste da Europa. Na média, os gastos militares aumentaram no mundo em 50% entre 2000 e 2009. Na Tunísia, país que inaugurou a onda de levantes populares na região ao derrubar o presidente Ben Ali, mandatário por 23 anos, o aumento na década foi de cerca de 20%, para atingir US$ 570 milhões em 2009, uma quantia modesta para a região. No Egito, onde o presidente Hosni Mubarak foi obrigado a renunciar após 30 anos de governo, os gastos militares sempre foram pesados. Apoiado por recursos dos Estados Unidos, o governo do Cairo já investia mais de US$ 3,5 bilhões anuais no campo militar no ano 2000, e desde então manteve o ritmo, com pequena alta em 2007.


Leia a reportagem na íntegra, acessando: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/02/refugio-de-autoritarismo-norte-da-africa-dobrou-gastos-militares-na-ultima-decada.jhtm

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Terremoto abala segunda maior cidade da Nova Zelândia


Um terremoto de 6,3 graus na escala Richter abalou nesta terça-feira Christchurch, a segunda maior cidade da Nova Zelândia, informou o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS). Segundo testemunhas, o abalo danificou prédios e abriu crateras nas estradas.  O tremor, que ocorreu às 12h51min desta terça-feira, horário local, (20h51 desta segunda-feira em Brasília) teve seu epicentro situado a apenas 5 km da cidade, a uma profundidade de 4 km. A polícia informou que várias pessoas morreram em Christchurch.Em setembro de 2010, Christchurch foi abalada por um terremoto de 7 graus.

Filhote de baleia cachalote encalha no litoral de Santa Catarina

Um filhote fêmea de baleia cachalote encalhou na manhã desta segunda-feira na praia da Galheta, em Laguna, no litoral sul de Santa Catarina. O animal tem cerca de quatro metros e duas toneladas, e não deve conseguir sobreviver, segundo equipe coordenada pela APA (Área de Proteção Ambiental) da Baleia Franca, que monitora o estado de saúde do bicho.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/879014-filhote-de-baleia-cachalote-encalha-no-litoral-de-sc.shtml

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Horário de verão termina hoje [20 de fevereiro] com economia menor

À meia-noite, brasileiros de três regiões devem atrasar o relógio em 1 hora

Mudança no horário gerou redução de 4,4% da energia consumida no pico, menos que os 4,7% da edição passada

O horário de verão, que termina à meia-noite, teve resultados inferiores ao esperado pelo setor elétrico e em relação à edição anterior. Hoje, os brasileiros devem atrasar os relógios em uma hora no final do dia. O horário especial é mantido pelo governo federal para reduzir o consumo de energia no horário de pico, das 18h às 21h. Desta vez, houve uma redução de demanda nesse período de 4,4%. Na edição passada, a economia foi maior: 4,7%. Foram 2.376 MW (megawatts) economizados na faixa de maior consumo do dia. É o equivalente ao abastecimento de uma cidade com 3,4 milhões de pessoas no mesmo horário. Em 2009/2010, foram 2.587 MW de economia, número 8,15% maior do que dados do relatório preliminar divulgado ontem pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). São Paulo foi o Estado responsável por 40,3% da redução de demanda na ponta, um total de 959 MW. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste a economia foi de 1.821 MW. No Sul, de 555 MW. A economia total de energia foi de 0,5% nas três regiões, desempenho que costuma se repetir ao longo dos anos. É o equivalente ao que consomem, por três dias, cidades como Curitiba, de 1,7 milhão de habitantes. O horário é adotado no país com o objetivo principal de aliviar as redes de transmissão de energia nos períodos do dia em que o consumo é mais intenso.

LUZ NATURAL

No verão, a medida se justifica também por causa do calor -que eleva o consumo de energia-, da alta atividade industrial e da possibilidade de aproveitamento da luz natural do dia. O horário especial vale para três regiões -Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Foram 18 semanas, contadas a partir de 17 de outubro. O governo alega que o procedimento aumenta a segurança do sistema elétrico e diminui os custos de geração. Reduz a necessidade de reforçar investimentos em linhas de transmissão.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1902201127.htm